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Flash e busca, uma ideia para tornar seu site mais indexável
Enviado por João Carlos Caribé em Mon, 13/08/2007 - 00:33.
Paulo Rodrigo Teixeira publicou um
interessante
post sobre o SEO e o Flash no seu blog
Marketing
de busca, uma excelente fonte de informaçao sobre
SEM
(Search Engine Marketing) e
SEO
(Search Engine Optimization) em Português. Este post acabou me motivando a
escrever este breve artigo.
A indexação do Flash pelos motores de busca sempre foi um problema de dificil solução, e sempre é resolvido com paliativos. Uma das características do Flash, a possibilidade de enviar conteudo, formatação e aplicação empacotados para o client, tornou-se um dos seus maiores problemas quando se fala em indexação. O Google e algumas outras Ferramentas de busca conseguem indexar o conteúdo dos sistes em Flash, mas em geral o resultado fica totalmente sem consistência, uma vez que o texto indexado não é estruturado. Para ter uma ideia, basta marcar a opção de publicar meta tags na hora de publicar o Flash e você verá o resultado, no Flash MX 2004 e 8 isto é automático.
Antigamente (98/99) este detalhe era irrelevante, a maioria dos sites de busca eram preenchidos por envio de cadastro, e poucos usavam robot de busca, se não me engano somente o Altavista os usava. Tinhamos ainda uma web com uma “baixa densidade populacional” e o Flash era uma mania. Quem vibrou com Gabocorp, Matinee, Eye4U dentre outros sabe do que estou falando. A propria popularidade do Flash foi quem criou esta imagem antagonica, afinal todo mundo queria criar seu site “pirotécnico”.
Logo após este período, a Macromedia lançou uma ferramenta chamada AfterShock que publicava o html que suportaria o Flash, e ela tinha uma opção de criar uma META TAG com todo o texto do Flash, mas em geral ficava uma bagunça. O uso de Meta sempre foi um bom paliativo.
Estamos falando até aqui de um arquivo único em Flash com todo o conteúdo do site, mas no espectro profissional existem as boas praticas de uso do Flash, que recomenda que o arquivo seja fracionado, de modo que o Flash que vai ficar, digamos, em contato com o HTML /XHTML terá somente um loading e um punhado de scripts e o site inteiro sera montado a partir de pedaços (outros SWFs) em camadas ou carregados dentro de Movie Clips e algum dado dinâmico oriundo de um middleware ou de um arquivo estático como um XML por exemplo. Por conta disto o browser não enxerga os arquivos que são carregados pelo Flash, e os robots também não, dai mesmo que indexe o Flash não teremos muita informação.
Hoje em dia, a adoção de práticas de padrões web (web standards), que existem desde o primórdio da web mas foram "ocultadas" pelas facilidades das ferramentas WYIWYG, separam conteúdo, formatação e aplicação, de modo que os robots de busca indexam somente a camada de conteúdo, em geral um arquivo XHTML, que é facilmente indexado.
Observando estas características, tive uma idéia que nunca implementei, mas que pode funcionar.
O Flash hoje em dia consegue ler e trabalhar bem com HTML, XHTML, no caso do XHTML ele consegue entende-lo como um XML (que de fato ele é) e com isto é possivel facilmente “parsea-lo”, navegar nos nós. Usando Flash, XHTML e AJAX pode-se implementar uma saida bem interessante, baseada no sIFR mas um pouco mais completa, já que o sIFR somente substitui blocos de texto por Flash.
Imagine a seguinte situação:
Se este XHTML for o index do site e tiver um “sniffer ” ele pode apresentar o XHTML para os browsers não populares, e incluindo ai os robots de busca, celulares, screen readers e para os mais populares (que suportem o Flash) como o Firefox, Safari, Opera, IE dentre outros. Este Flash carregaria e se montaria a partir do XHTML que poderia ser dinâmico. Pode-se interpretar TAGs do XHTML e dinâmicamente formatar o conteudo e ate mesmo aplicar CSS. Mas pode-se produzir um classico site em Flash desta forma.
Deve funcionar, se alguem implementar a ideia, comente aqui para a gente saber.
A indexação do Flash pelos motores de busca sempre foi um problema de dificil solução, e sempre é resolvido com paliativos. Uma das características do Flash, a possibilidade de enviar conteudo, formatação e aplicação empacotados para o client, tornou-se um dos seus maiores problemas quando se fala em indexação. O Google e algumas outras Ferramentas de busca conseguem indexar o conteúdo dos sistes em Flash, mas em geral o resultado fica totalmente sem consistência, uma vez que o texto indexado não é estruturado. Para ter uma ideia, basta marcar a opção de publicar meta tags na hora de publicar o Flash e você verá o resultado, no Flash MX 2004 e 8 isto é automático.
Antigamente (98/99) este detalhe era irrelevante, a maioria dos sites de busca eram preenchidos por envio de cadastro, e poucos usavam robot de busca, se não me engano somente o Altavista os usava. Tinhamos ainda uma web com uma “baixa densidade populacional” e o Flash era uma mania. Quem vibrou com Gabocorp, Matinee, Eye4U dentre outros sabe do que estou falando. A propria popularidade do Flash foi quem criou esta imagem antagonica, afinal todo mundo queria criar seu site “pirotécnico”.
Logo após este período, a Macromedia lançou uma ferramenta chamada AfterShock que publicava o html que suportaria o Flash, e ela tinha uma opção de criar uma META TAG com todo o texto do Flash, mas em geral ficava uma bagunça. O uso de Meta sempre foi um bom paliativo.
Estamos falando até aqui de um arquivo único em Flash com todo o conteúdo do site, mas no espectro profissional existem as boas praticas de uso do Flash, que recomenda que o arquivo seja fracionado, de modo que o Flash que vai ficar, digamos, em contato com o HTML /XHTML terá somente um loading e um punhado de scripts e o site inteiro sera montado a partir de pedaços (outros SWFs) em camadas ou carregados dentro de Movie Clips e algum dado dinâmico oriundo de um middleware ou de um arquivo estático como um XML por exemplo. Por conta disto o browser não enxerga os arquivos que são carregados pelo Flash, e os robots também não, dai mesmo que indexe o Flash não teremos muita informação.
Hoje em dia, a adoção de práticas de padrões web (web standards), que existem desde o primórdio da web mas foram "ocultadas" pelas facilidades das ferramentas WYIWYG, separam conteúdo, formatação e aplicação, de modo que os robots de busca indexam somente a camada de conteúdo, em geral um arquivo XHTML, que é facilmente indexado.
Observando estas características, tive uma idéia que nunca implementei, mas que pode funcionar.
O Flash hoje em dia consegue ler e trabalhar bem com HTML, XHTML, no caso do XHTML ele consegue entende-lo como um XML (que de fato ele é) e com isto é possivel facilmente “parsea-lo”, navegar nos nós. Usando Flash, XHTML e AJAX pode-se implementar uma saida bem interessante, baseada no sIFR mas um pouco mais completa, já que o sIFR somente substitui blocos de texto por Flash.
Imagine a seguinte situação:
Se este XHTML for o index do site e tiver um “sniffer ” ele pode apresentar o XHTML para os browsers não populares, e incluindo ai os robots de busca, celulares, screen readers e para os mais populares (que suportem o Flash) como o Firefox, Safari, Opera, IE dentre outros. Este Flash carregaria e se montaria a partir do XHTML que poderia ser dinâmico. Pode-se interpretar TAGs do XHTML e dinâmicamente formatar o conteudo e ate mesmo aplicar CSS. Mas pode-se produzir um classico site em Flash desta forma.
Deve funcionar, se alguem implementar a ideia, comente aqui para a gente saber.
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