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O maior projeto de implantação Linux do MUNDO!

12:00 em Sem categoria por João Carlos Caribé

O Proinfo, Programa de Inclusão Digital do Ministério da Educação, está levando acesso digital a quase todas as escolas públicas do país. No total serão 356.800 estações, utilizando a solução de virtualização de desktop Userful Multiplier e o hardware de compartilhamento desenvolvido pela ThinNetworks. Os serviços de instalação, manutenção on-site e fornecimento de equipamentos (computadores, monitores, teclados e mouses) ficarão por conta das empresas Daruma, Itautec e Positivo. Esta é uma conquista histórica para o País por ser a maior implantação de desktop virtual do mundo; a maior implantação Linux do mundo e um novo recorde de baixo custo para PCs. A decisão de implantar a solução de virtualização de desktop – Userful Multiplier + hardware de compartilhamento da ThinNetworks – torna o Ministério da Educação do Brasil um dos líderes mundiais em informática educacional. É um exemplo a ser seguido por outros governos e instituições que tem como objetivo montar laboratórios de informática com economia e menor impacto ambiental. A economia gerada com a implantação de desktops virtuais pode chegar a 60% em investimento inicial e até 80% em energia elétrica. A primeira fase, com 18.750 estações, já está concluída e funcionando perfeitamente nas escolas rurais.

Mais em http://www.thinnetworks.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=134&Itemid=2

Repercussão Internacional

Linux Magazine http://www.linux-magazine.com/online/news/linux_clients_for_brazil_s_schools

TuxJornal.net http://www.tuxjournal.net/?p=5997

Matéria retirada na íntegra de: http://blog.marcolino.com.br/wordpress/2009/02/20/o-maior-projeto-de-implantacao-linux-do-mundo/

Projeto do Azeredo será votado em março/2009?

23:12 em Sem categoria por João Carlos Caribé

Achei estranho isso.
É de 16/02 e ninguém mais noticiou?

Lei de crime de informática: texto deve ser votado em março

O controverso projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que tipifica os crimes praticados na internet deve ser discutido em reunião na Câmara dos Deputados no início de março. O substitutivo aglutina três PLs (76/2000, 137/2000 e 89/2003) que já tramitavam no Senado.

O documento que é popularmente conhecido como “lei do senador Eduardo Azeredo”, espera votação dos deputados desde agosto de 2008 e está sendo tratado em caráter de urgência na casa. Mas, devido a muitas polêmicas, ainda não foi sequer analisado pelas comissões de Ciência e Tecnologia, representada pelo deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP); de Constituição e Justiça, pelo deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), e de Segurança Pública, do deputado Pinto Itamaraty (PSDB-MA). Os três são relatores do projeto.

A nova lei foi aprovada no Senado no dia nove de julho de 2008 e retornou à Câmara há mais de seis meses. Semeghini, um dos relatores na casa, disse que não dá mais tempo para protelar a votação do texto.

Muitos pontos polêmicos envolvem a aprovação da lei. O principal argumento dos detratores é que o substitutivo causaria uma censura na internet. “Essa questão não deveria existir, já que não estamos tratando de direitos autorais, mas de crimes como roubo de senhas, armazenamento e distribuição de arquivos indevidos e acesso não autorizado à rede de terceiros”, explica Semeghini.

O relator da comissão de Ciência e Tecnologia afirma que a reunião no começo de março deve contar com a presença dos senadores Eduardo Azeredo e Aloísio Mercadante (PT-SP), além do poder executivo, representado pelo Ministério da Justiça. Todos analisarão os itens mais debatidos que foram aprovados no senado.

“O texto da lei não pode ser alterado, o que torna mais difícil a aprovação na Câmara devido à comoção social. Porém, buscaremos suprimir alguns pontos polêmicos e esclarecer aqueles que estão vagos como, por exemplo, a responsabilidade dos provedores de internet em manter os dados os usuários para entregar à justiça quando for solicitado”, esclarece Semeghini.

Redação atual
O texto do PLC, que passou na comissão de Constituição e Justiça do Senado, já foi revisado e alterado diversas vezes. A última versão identifica e pune com reclusões de um a dez anos e multas, diversos crimes praticados na internet como, por exemplo, pedofilia (com penas de um a três anos de reclusão), roubo de senhas, falsificação de cartões de crédito e telefones celulares, propagação de vírus capazes de destruir computadores de terceiros, invasão de redes públicas ou privadas que suspendam seus serviços, transferência de arquivos não autorizados pelo titular da rede e divulgação ou uso indevido de dados pessoais sem consentimento do proprietário.

Principal mudança
Na parte mais polêmica do PL, os provedores de internet seriam obrigados a armazenar e identificar as informações sobre seus usuários por um período mínimo de três anos. Após receber muitas críticas, o senador Azeredo decidiu suavizar a redação. Agora, as empresas de conteúdo e acesso deverão guardar apenas os dados sobre origem, hora e data da conexão e o repasse às autoridades será mediante decisão judicial.

Controvérsias
No entanto, especialistas e até parlamentares consideram a proposta restritiva à liberdade dos internautas. Para muitos, entre outros aspectos, lei dará margem a proibição de condutas corriqueiras como transferência de músicas de um CD para o tocador de MP3 somente para uso pessoal.

Outros detratores contra o PLC dizem que as redes sociais abertas poderão ser proibidas, uma vez que o dispositivo cria uma série de determinações que bloqueiam as redes abertas e criminalizam condutas que são corriqueiras na internet.

Um dos parlamentares que mais condenam a “lei do Azeredo” é o deputado Paulo Teixeira (PT-SP). Para ele, três aspectos são inadmissíveis no projeto: a violação dos dispositivos de segurança, o alto controle sobre a internet e os dispositivos penais como estão redigidos.
José Portugal, chefe do gabinete do senador Eduardo Azeredo, esclareceu que a lei não se resume “apenas em limitar download de arquivo”. Segundo ele, trata-se de uma alteração na constituição penal, o que significa tipificar diversos crimes praticados atualmente na rede, mas que não sofrem punição por falta de jurisdição.

O assessor de Azeredo prefere não prever um prazo para a aprovação do projeto de lei. “A Câmara está cheia de coisas para fazer. Com a crise mundial, eles (deputados) não ficam muito preocupados com problemas como internet, mesmo sendo de extrema relevância”, conclui.

Juliana Oliveira – 16/02/2009 – 15:56

Retirado de

http://wnews.uol.com.br/site/noticias/materia_especial.php?id_secao=17&id_conteudo=779

Recebi de “OK”

Ciberativismo: diga não ao bloqueio de blogs

17:15 em Sem categoria por João Carlos Caribé

Uma ação ciberativista propõe lutar contra o bloqueio de blogs em escolas, faculdades e empresas. A campanha, fomentada pelo blog Informação Virtual, busca conscientizar os administradores das redes destes espaços para a relevância dos blogs para o conhecimento e diversão. Matéria completa em: http://herdeirodocaos.com/?p=244

CONSELHEIRA DA ANATEL AFIRMA QUE BRASILEIROS PODERÃO ACESSAR A INTERNET VIA REDE ELÉTRICA ESTE ANO

09:00 em Sem categoria por João Carlos Caribé

A conselheira da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Emília Ribeiro, afirmou que os brasileiros terão acesso à internet banda larga por meio de rede elétrica ainda este ano.

Emília informa que seu relatório sobre a regulamentação da tecnologia estará pronto no fim de março. Depois disso, as normas devem ser analisadas pelo Conselho Diretor da Anatel e, se forem aprovadas, as empresas já podem oferecer o serviço.

“É muito importante decidir essa questão, porque é mais uma forma de expandir a banda larga para todo o país de forma mais barata, para aumentar a competição também”, afirmou a conselheira, em entrevista à Agência Brasil. Ela diz que está ouvindo todos os setores interessados, e que algumas experiências já estão sendo realizadas no país.

Com a transmissão de dados em alta velocidade pela rede elétrica, sistema conhecido como BPL, as tomadas residenciais passam a ser pontos de rede, se conectadas a um modem. A conselheira explica que os dados serão transmitidos por meio de fio elétrico ou por outro cabeamento no poste de energia. O sinal da internet banda larga chega até as residências pela caixa de energia elétrica e é transmitida por dentro da rede.
Outra bandeira defendida pela conselheira é a utilização da banda larga no serviço público. Segundo ela, uma das alternativas para expandir o serviço seria por meio da universalização da internet de alta velocidada nas escolas, com os sistemas de backhaul. “Não custa muito para o governo um estudo que faça o serviço chegar à segurança, à saúde, à cultura. Uma política de governo que tem uma iniciativa já feita e basta mais um fôlego para avançar”, diz.
Fonte: http://www.boadica.com.br/noticia.asp?codigo=18965

Music copyright to be extended to 95 years

17:09 em Sem categoria por João Carlos Caribé

“Vai para votação em plenária em março. Choque frontal à vista!”

Comunicado à imprensa no site do Parlamento Europeu

Music copyright to be extended to 95 years
(Committees)
Information society – 12-02-2009 – 14:21
Descarregar o artigo no formato PDF

Copyright term for music recordings must be extended from 50 years to 95 years, says legislation approved on Thursday by the Legal Affairs Committee.

Increasing the term of copyright protection would ensure that performers and producers continue to receive royalties for 95 years from the first publication or performance of their song, according to a Commission proposal backed by the committee.


Ensuring that copyright extension benefits performers

The approved report, drafted by Brian Crowley (UEN, IE), amends existing legislation to increase the copyright protection for music recordings to 95 years.

To ensure that performers fully enjoy the additional royalties deriving from copyright extension, the committee amended the original text so as to prevent the use of previous contractual agreements to deduct money from the additional royalties.


A fund for session musicians

A dedicated fund for session musicians was also approved by the committee. This fund would be financed by contributions from producers, who would be obliged to set aside for this purpose, at least once a year, at least 20% of the revenues gained from the proposed extension of copyright term.

Committee members also amended a provision relating to this fund so as to give collecting societies, which represent performers’ and producers’ interests, the right to administer the annual supplementary remuneration.

Copyright extension for audiovisual works, too?

The committee also asked the Commission to launch an impact assessment of the situation in the European audiovisual sector by January 2010, with a view to deciding whether a similar copyright extension would benefit the audiovisual world.


Review legislation after three years

Finally, MEPs ask the Commission to submit three years after the entry into force of the new legislation, and every four years thereafter, an assessment of whether the copyright extension has in fact improved the social situation of performers.

12/02/2009
In the chair: : Giuseppe GARGANI (EPP-ED, IT)
Procedure: co-decision, 1st reading
Plenary vote: March II (Strasbourg)
REF. : 20090209IPR48791

Retirado de

http://www.europarl.europa.eu/news/expert/infopress_page/058-48812-040-02-07-909-20090209IPR48791-09-02-2009-2009-false/default_pt.htm

Recebi de Jorge Machado na [G-POPAI]

EFF – Campanha nos E.U.A. para “abrir o ACTA

21:11 em Sem categoria por João Carlos Caribé

A EFF está em campanha para que os americanos solicitem para o novo Congresso deles que o ACTA seja aberto.
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Acho que uma pergunta se impõe agora. No meio da crise econômica atual o que deve acontecer com o ACTA?
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Segue uma quase uma tradução do texto da EFF (abaixo). Alguém melhora? Já tem uns adendos.

Ato no ACTA: Diga ao novo Congresso para abrir o pacto secreto sobre os IPs. Tome uma medida: Mande um e-mail

Nos E.U.A. a Eletronic Frontier Foundation está solicitando que as pessoas peçam ao novo congresso que que abra o pacto secreto sobre IPs, enviando e-mails aos congressistas para alertar que, ao invés de concentrar-se em falsificações e fraudes, o acordo secreto (Anti-Counterfeiting Trade Agreement – ACTA) deve dar poderes aos guardas alfandegários revistarem e confiscarem qualquer dispositivos de armazenamento digital como iPods e computadores portáteis, a criminalização do Peer-to-Peer e a proibição de sites como o “Pirate Bay”, ou seja, de aumentar a criminalização sobre ações que envolvam uso de IPs.

O ACTA está atualmente sendo negociado entre os E.U.A., União Europeia e outros países, incluindo Japão, Austrália e Canadá. E deve chegar a uma quinta rodada de deliberações no Marrocos, em março de 2009.

Pode ser que o documento do acordo esteja pronto para ser assinado então, mesmo toda a negociação tenha sido mantida em segredo do público.

A pouca informação obtida extra-oficialmente sobre o acordo indica que informações pessoais serão colocadas à disposição, e que a luta contra falsificações também incorporará as cópias de não comerciais.

O mais perturbador é saber que toda uma parte do tratado é dedicada ao “gerenciamento dos direitos tecnológicos / a Internet”, sugerindo que negociadores e lobistas estão optando por ignorar o fracasso do DRM no
mercado e os perigos de se regular a Internet para atender as exigências dos proprietários de direitos autorais, os distribuidores de cópias de bens culturais.

Todas essas mudanças radicais estão ocorrendo a portas cerradas. Das cerca de 1300 páginas dos documentos preparatórios pedidos pela EFF em um pedido de informações feito no ano passado, apenas 159 foram levadas
ao conhecimento do público pelo United States Trade Representative (USTR), ou seja, o ACTA está sendo concebido como um acordo comercial de forma a impedir que a opinião pública tenha o minímo envolvimento possível.

As associações EFF e Public Knowledge inclusive já impetraram uma ação judicial solicitando mais informação.

O Congresso pode e deve fazer mais. Em um tempo em que a competitividade da economia os E.U.A. está em jogo, um debate aberto sobre mudanças reais na política de tecnologia a nível mundial é muito importante para
ser ignorada. O Congresso pode dizer ao USTR para abrir as negociações do ACTA para uma verdadeira deliberação e para manter a sua agenda inicial do combate aos produtos falsos contrafeitos e à pirataria comercial, em nome dos consumidores.

A ACTA foi comprometido pelo secretismo e pelo acesso privilegiado para os lobistas da indústria. Diga ao congresso para abri-la acima, ou exija uma alternativa.

Nota: O Conselho de Ministros da União Europeia já negou o pedido da Fundação Internacional para uma Infra-estrutura Informacional Livre (FFII) no sentido de facultar uma dúzia de documentos relativos ao ACTA.

(retirado de
ACTA: Conselho de Ministros da UE não passa cartão aos pedidos de divulgação de documentos
http://remixtures.com/2008/11/acta-conselho-de-ministros-da-ue-no-passa-carto-aos-pedidos-de-divulgao-de-documentos/ – Miguel Caetano em Novembro 11, 2008)

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Artigo original da EFF

Act on ACTA: Tell the New Congress to Open the Secret IP Pact – Take action: Send Email

Revelations about the secretive Anti-Counterfeiting Trade Agreement (ACTA) have emerged, and the news is not good for technology users or digital rights. Instead of concentrating on physical fakes and fraud, recently leaked draft language suggests ACTA will provide expansive powers to customs authorities worldwide to search and seize digital technology at the border on suspicion of IP infringements and to widen the criminalization of previously civil IP law way beyond profit-seeking pirates. An entire section of the trade agreement would create new
regulations over the Internet and DRM — but those details remain secret. Write to your representatives now to demand that Congress bring transparency to this clandestine pact.

Despite the new administration’s policy of openness, the Anti-Counterfeiting Copyright Agreement (ACTA) still remains shrouded in secrecy. But language leaked from the negotiations reveal that it threatens to shift the balance of copyright law across the world, with little or no oversight from lawmakers.

ACTA is currently being negotiated between the US, Europe and other states, including Japan, Australia, and Canada. It reaches a fifth round of deliberations in Morocco next month. Some expect the document to be ready for signing by then. Even though the process has taken over a year to reach this stage, the entire negotiation has been kept secret from the public.

But some information has unofficially emerged from the closed meetings. Draft language indicates provisions that will include mandated disclosure of personal information in alleged IP disputes, a new global requirement that “commercial scale” piracy will also capture non-commercial copies, and new powers to place injunctions on IP
violations with lowered standards of proof and limited due process. Much of the language is reminiscent of entertainment industry demands — and nowhere in the draft is there mention of the rights of individual consumers and the IP balance driving innovation in the knowledge economy.

Most disturbing of all, an entire section of the treaty is devoted to “rights management technology/the Internet,” suggesting that both negotiators and lobbyists are choosing to ignore the failure of DRM in the market and the complex dangers of regulating the Internet across jurisdictions to match the demands of rightsholders.

All of these radical changes are taking place behind closed doors. Of over 1300 pages of ACTA background documents requested by EFF in a Freedom of Information Act request last year, only 159 were released to the public by the United States Trade Representative (USTR). EFF and Public Knowledge are currently involved in a ending Federal lawsuit to obtain more information.

Congress can and should do more. At a time when the competitiveness of the US economy is at stake, open debate about real changes to global technology policy is too important to ignore. Instead of the public relying on lawsuits and leaked documents, Congress can tell the USTR to open up the ACTA process to true oversight and deliberation, and demand it keep to its original agenda of fighting counterfeit fake products and commercial piracy on behalf of consumers.

ACTA has been compromised by secrecy and privileged access for industry lobbyists. Tell Congress to open it up, or demand an alternative.

Retirado de

http://www.eff.org/action/act-on-acta

Índia: Blogueiro é silenciado por emissora de TV

08:30 em Sem categoria por João Carlos Caribé

Chyetanya Kunte é um blogueiro indiano radicado nos Países Baixos. No dia 27 de novembro de 2008, durante os ataques terroristas em Mumbai, ele escreveu um artigo em seu blog (agora disponível apenas através do cache do Google) criticando a cobertura do incidente feita pelo canal privado de TV indiano New Delhi Television (NDTV), em especial por parte da editora do grupo, Barkha Dutt.

A postagem foi excluída do blogue de Chyetanya, e em 26 de janeiro de 2009 ele publicou esse pedido de desculpas confirmando a exclusão permanente do artigo. Esse fato atiçou a fúria e causou uma forte condenação do acontecido na blogosfera indiana. Matéria completa: http://pt.globalvoicesonline.org/2009/01/31/india-blogueiro-e-silenciado-por-emissora-de-tv/