Acabo de ler na Caros Amigos deste mês um artigo de José Arbex Jr., intitulado: Lula e o cordial “fascismo à brasileira”. Que, junto a uma estrevista de Frei Beto na mesma revista na edição anterior, me abriram para uma clareza, que não tinha ainda como ser bem fundamentada, sobre o lado pernicioso da atual política brasileira. Um trata da maquilagem social e o outro da falta de reforma estruturantes que alavancariam este pais a outro patamar, político, social, administrativo e econômico. E agora vejo bem como o primeiro serve a alienação das forças populares ao entendimento do segundo. Por isso devemos fazer dentro de todas nossas relações socais possíveis o maior esclarecimento dessas armadilhas. Por isso devemos fazer ativismo eleitoral, social, econômico e político dentro de cada expressão do nosso cotidiano. É uma simples questão de coerência de dever. Sem maiores esforços.
É isso que penso.